Entramos agora em um assunto muito discutível, a dúvida e crenças em vidas passadas. Antes seria bom que colocássemos algumas destas duvidas em discussão. O primeiro ponto de qualquer terapia e até relacionamento é o respeito pelas crenças e opinião das outras pessoas. Tendo em vista que “cientificamente” não se conseguiu “convencer” todas as pessoas que existem vidas passadas e futuras, temos que ter a consciência que estaremos trabalhando com as crenças pessoais. O importante, em meu ponto de vista, é que não importa se a experiência é verdadeira ou não, novamente digo que o importante é a MENSAGEM que a pessoa está recebendo.

Muitas pessoas, que por crenças religiosas, se percebem em outras vidas procuram criar um novo conflito interno tentando se afastar da possível idéia. O nosso papel neste processo é de procurarmos dar a oportunidade das pessoas poderem entrar num estado diferenciado de consciência acessando novas realidades que para elas antes não eram possíveis. Não nos cabe convencer ou fazer que as pessoas tenham ou acreditem em nossas crenças, precisamos ser isentos deste pensamento.

Em minha opinião alguns conselhos são pertinentes, quando nascemos criamos um véu que nos impede de certa forma esquecer a existência de outras vidas, se é que existem, conforme descrevi acima. Partindo deste princípio, tenho em mente que algo Divino faz com que isto aconteça, portanto é de natureza Divina que não nos recordemos de alguns fatos. Esta natureza Divina deve ser respeitada. Brincadeira e curiosidades sem os devidos fins terapêuticos ou de pesquisa perdem o sentido e por isto, devem ser evitadas.

Temos que ter em mente que a pessoa em estado alterado de consciência pode ser influenciada pelo terapeuta mesmo sem que este perceba, por isto todo cuidado é pouco. Devemos ser indiretos nas perguntas evitando que a pessoa se utilize delas, sendo assim influenciada. Com exceção das programações mentais, nós devemos ser indiretos para que o cliente possa expressar seus sentimentos e idéias com o mínimo de influência.
Entre vários autores acho importante mencionar um em especial, Dr. Brian Weiss. Em seus diversos livros ele procura de forma didática a aplicação prática desta terapia que para muitos céticos traduz-se em pura enganação. A quem se interessar em conhecer e a utilizar este processo aconselho esta leitura.

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